YAMAHA Musical fecha parceria com a Sala São Paulo

“Os pianos Yamaha inspiram tradição e respeito e são reconhecidos por músicos em todas as partes do mundo. Grandes artistas como Elton John, Maria João Pires, Nora Jones e Paul McCartney são alguns dos nomes internacionais que confiam e usam pianos Yamaha. No Brasil, pianistas como Nelson Ayres, Ivan Lins, Guilherme Arantes e César Camargo Mariano também atestam a qualidade desses instrumentos.

Além de músicos populares, os eruditos incluem-se nessa lista e prova disto é a parceria firmada, no final de 2008, entre a Yamaha e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, uma das mais respeitadas da América Latina.

A partir da temporada 2009, os músicos terão o piano CFIII Grand Concert no seu set de instrumentos para utilização em concertos. O piano de cauda inteira é um instrumento inigualável, com excelente timbre, tempo de resposta excepcional e uma margem dinâmica expressiva e mais ampla.

Sem dúvida, trata-se de um ganho significativo para a OSESP e para o público dos concertos que se realizarão daqui em diante.”

ENTREVISTA Douglas Las Casas grupo Três de Paus

Yamaha Musical do Brasil:

“Notícias
Entrevista:
é um dos grandes nomes do cenário musical brasileiro. O músico se destaca por já ter excursionado com artistas como Henrique Portugal (Skank), Fernanda Porto, Wilson Simoninha, Chitãozinho & Xororó, Zeca Baleiro, Chico César, Ângela Ro Ro, Funkacid, Jairzinho, Jessé, Jamelão, Luíza Possi.

Seus mais recentes trabalhos estão ligados ao , com o qual realiza show de música instrumental pelos bares e casas de shows do País, e um novo CD também de música instrumental que se encontra em fase de pré-produção.

O músico esteve presente na NAMM Show (importante evento de música que participou em Los Angeles) e divide a experiência em entrevista à Yamaha . Las Casas também comentou sobre o mercado brasileiro para os novos músicos perspectivas para o futuro.

Nesta entrevista o músico fala um pouco sobre o mercado brasileiro para os novos músicos, a NAMM Show – um dos mais importantes eventos de música, no mundo, que acontece anualmente em Los Angeles – e perspectivas para o futuro.
1 – Quais foram suas principais influências musicais?
Gosto muito quando me fazem essa pergunta, pois o que tenho como influência, não é apenas o músico, e sim o estilo que cada um toca. Eu procuro fazer uma seleção dos 10 melhores dentro de cada estilo: Jazz, Latin, Funk, Pop, Rock, Música Brasileira, Fusion, especialistas em gravações, Gospel, entre outros…
O próximo passo é estudar a linguagem de cada estilo com os melhores de cada estilo. Por isso se você só ouve um batera o tempo todo, e acha que ser igual a ele vai resolver sua vida musical. Lamento te dizer, mas não vai!!!
2 – Você gosta muito de música instrumental, é mais trabalhoso preparar um CD só com este tipo de música? Quanto tempo leva para finalizar este projeto?
Penso eu que independente do estilo que você toque, passar pela música instrumental é obrigatório. Veja que todos os grandes músicos que são considerados top de linha, que acompanham grandes artistas, vieram da música instrumental. O prazo mínimo pra gravar um CD/DVD de música instrumental é de dois anos, pois como o mercado é muito seletivo e restrito, você precisa desse tempo pra poder trabalhar, divulgar e fazer os shows desse CD.
3 – Você já gravou três cd´s instrumentais, tem planos para um novo CD?
Sim, já estamos em fase de pré-produção. Como digo sempre, o Três de Paus adora gravar e tocar músicas de grandes artistas brasileiros que levam a música nacional para fora do país. Já tocamos e gravamos músicas de João Bosco, Ivan Lins, Milton Nascimento entre outros, e agora para o próximo CD/DVD, estamos fazendo uma homenagem a um grande percussionista/compositor brasileiro que mora fora do país a mais de 40 anos, Airton Moreira, que tocou até com Miles Davis, Chick Corea, Harbie Hancock, Flora Purin .
4 – Você acompanhou grandes nomes da MPB. Tem alguma história que marcou mais?
Não vou contar uma história, e nem um “causo”. Deixo aqui meu site, pois lá eu conto alguns “causos” bem engraçados: www.douglaslascasas.com.br. Tocar com alguns artistas sempre foi muito legal, assim pude ganhar uma grana, viajar, conhecer lugares e fazer um pé de meia. Mas o que digo sempre é: nunca se esconda atrás desse artista, ou seja, nunca seja o batera desse ou daquele artista, seja sempre você.
5 – Em janeiro você esteve na NAMM SHOW, em Los Angeles. O que viu de mais interessante?
A coisa mais interessante que vi, foi o respeito como eles tratam os músicos e a música brasileira. É impressionante como eles admiram a nossa música, pois não sabem fazer igual. Haviam vários músicos importantes tocando na NAMM, mas quando eles ouviam os nossos ritmos com essa cara de Jazz, o que eles chamam de Brazilian Jazz, modéstia parte, quase virei rei.
Fui convidado a tocar em vários estandes, fiz uma mini clínica dentro da própria NAMM, também fez um Masterclass em uma escola de bateria, fui presenteado com muito, mas muito equipamento mesmo, e acabei dando aula pro dono da cadeira de bateria do Musician Institute, onde ele havia convidado pra esse encontro nada mais, nada menos que Dennis Chambers.
6 – Há quanto tempo você é endorsee da Yamaha? Como é ter o suporte e a ajuda da marca Yamaha na sua carreira?
Sou Endorsee da Yamaha há quase 12 anos. Pra mim é um privilegio e uma honra poder representar com minha arte uma marca como a Yamaha. Um do melhores instrumentos do mundo, com um som incrível, um timbre perfeito e uma afinação impecável. Meu nome cresceu muito ao lado da marca, pois quando ela chegou ao Brasil trazendo suas baterias, eu fui o primeiro a ser chamado pra fazer parte desse time. É lógico que sempre procurei ser muito correto e ético em minha profissão.
7 – Como você está vendo o mercado profissional hoje em dia?
Estou um pouco preocupado com o caminho que a música está seguindo, pois vejo estudantes de música muito mais preocupados com a velocidade, malabarismos, postura, business, patrocínios que podem ter, do que realmente com o que interessa, que é a música.
Está tudo tão de ponta cabeça, com essas inversões de valores, que a música tem ficado muito mecânica e racional, e estão esquecendo de tratá-la com mais carinho, dedicação e paixão. Por exemplo: no Brasil todo mundo quer tocar pedais duplos, mas aviso que isso é normal nos Estados Unidos. Eles ficam impressionados como nós tocamos os nossos ritmos e nos perguntam “como fazemos isso”… Não adianta pensar em malabarismos e sim com a nossa música, nossos ritmos, pois nisso eles são leigos demais.
8 – Tem algum conselho para se tornar um bom baterista?
Não desista nunca, não pare de estudar nunca, pois se você realmente quer chegar a algum lugar, serão necessárias muitas horas de dedicação e estudos diários. Aprenda a pesquisar, aprenda a descobrir: o onde, o como, e o porquê, de cada estudo, pois só assim você deixará de ser um baterista que apenas faz um monte de métodos e que pensa “baterísticamente”, para passar a ser um baterista que pensa musicalmente. Seja um neurótico com seus estudos, cds e DVDs. Pense no seu som 24 horas por dia.
Então fica aí o pensamento: “Pense bem se é isso que você quer mesmo, pois se decidir entrar nesse mundo dos instrumentistas, vai ter que estudar muito pro resto de sua vida!!!”.

Agenda Musical 2009

Yamaha Musical do Brasil:

“Agenda 2009

Evento: Sopro Novo na Cultura: Recital de Fernando Dissenha
Data: 3 de Abril
Informações: (011) 3868-5100
Local: Livraria Cultura Bourbon Shopping Pompéia (São Paulo / SP)
Entrada: 1kg de alimento não perecível

Evento: Play Now!
Data: 6 à 10 de Maio
Local: Shopping Sta. Cruz (São Paulo / SP)

Evento: Play Now!
Data: 13 à 17 de Maio
Local: Patio Savassi (Belo Horizonte / MG)

Evento: AES
Data: 25, 26 e 27 de Maio
Local: Anhembi (São Paulo / SP)

Evento: Play Now!
Data: 15 à 19 de Julho
Local: SP Market (São Paulo / SP)

Evento: Play Now!
Data: 22 à 26 de Julho
Local: Tijuca (Rio de Janeiro / RJ)

Evento: Broad Cast & Cable
Data: 26, 27 e 28 de Agosto
Local: Centro de Exposições Imigrantes (São Paulo / SP)

Evento: Expo Music
Data: 23 à 27 de Setembro
Local: Expo Center Norte (São Paulo / SP)

Evento: Play Now!
Data: 14 à 18 de Outubro
Local: Boulevard Tatuapé (São Paulo / SP)

Evento: Play Now!
Data: 21 à 25 de Outubro
Local: Local a definir (Rio Grande do Sul)”

Entrevista: Raul de Souza! O mais novo endorsee Yamaha

“Entrevista: Raul de Souza!

O mais novo endorsee Yamaha
O mais novo endorsee Yamaha, o trombonista Raul de Souza, fala da carreira internacional e do Atelier de Sopros de São Paulo. Nascido no subúrbio do Rio de Janeiro, em Campo Grande, logo depois se fixou em Bangu. Desde os 15 anos mostrava talento musical, tocando primeiramente tuba, mas logo percebeu que seria necessário conhecer outros ritmos e estilos para fazer um som mais encorpado, mais robusto.

Entre os anos de 1958 e 1963 aconteceu um hiato bastante inusitado na carreira do músico: Ingressou na Força Aérea Brasileira, em Curitiba, e ficou responsável pela organização da banda da corporação. Nunca conseguiu deixar de lado sua paixão pela música.

De volta ao Rio de Janeiro, nunca mais parou. Tocou com Roberto Carlos, Sérgio Mendez, Luís Carlos Vinhas, passou uma extensa temporada no cassino de Monte Carlo, em Mônaco, ao lado do baterista Keny Clarke, de onde trouxe o seu famoso trombone de vara, que se tornou o favorito e amigo inseparável por anos.

Nesta entrevista o músico fala um pouco sobre a experiência de manter uma agenda intensa já há vários anos no exterior, sobre seu curioso instrumento (o Souzabone, desenhado pelo próprio músico) e a entrada para o hall de endoorsees Yamaha.”

Oswaldinho do Acordeon utilizando Roland FR-7 V-Accordion

Oswaldinho do Acordeon
Carioca, filho de Pedro Sertanejo, precursor do forró em São Paulo, Oswaldinho do Acordeon mudou-se para São Paulo aos oito anos onde iniciou-se no piano. Aos doze anos já tocava acordeon profissionalmente com o pai na gravadora Continental e em diversos forrós. Em 1976 conheceu o professor italiano Dante D’Alonzo e começou a estudar para valer. O talento raro lhe rendeu uma bolsa no Conservatório Dante, de Milão. “No exterior as chances de aperfeiçoamento são maiores, pois o instrumento é bastante difundido”, explica.
Seu currículo registra gravações com as principais estrelas da MPB, de Elba Ramalho, Edson Cordeiro, Caetano Veloso, Jackson do Pandeiro, Lobão, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão e Milton Nascimento, até Paul Simon, Manu Di Bango, Didier Lockwood e Cassiopéia. Teve a oportunidade de abrir o show de All Jarreau, na França e participar de projetos como Pixinguinha, USTOP, Free Jazz Festival, Festival de Montreal, Rock in Rio I e II, Festival de Jazz de Montreux – Suíça, Festival de Jazz de Chateauvallon – França, Juan Les Piñs – França, Blue Note – Nova Iorque, Ball Room – Nova Iorque, Festival de Amiens – França, entre outros.
Oswaldinho tem 23 discos gravados, sendo alguns deles gravados no exterior. Trabalhos que com certeza o inserem no contexto de um dos melhores acordeonistas do mundo.
Em 2004, assim que o V-Accordion chegou ao Brasil, o presidente da Roland, Sr. Takao Shirahata, entrou em contato com você para que você fosse o primeiro músico brasileiro a testar este acordeon. Conte-nos um pouco como foi esse encontro com o V-Accordion pela primeira vez.
Eu recebi um telefonema do Takao pra fazer uma reunião com ele lá em Cotia e conhecer a empresa. Foi quando ele me apresentou pela 1ª vez o instrumento ROLAND FR-7, que tinha acabado de chegar ao Brasil.

Ele queria saber o que eu achava do instrumento e então o meu primeiro contato foi uma surpresa, pois eu não sabia que a Roland já estava neste caminho de lançar acordeon. Foi uma surpresa enorme ver a tecnologia deste instrumento e eu acabei sendo convidado para ser o representante do V-Accordion no Brasil.
Na sua opinião, qual o diferencial que o V-Accordion FR-7 teve em seu som? Comente um pouco sobre o peso e sobre a qualidade de som do equipamento.
A diferença que eu senti logo de cara, comparado ao instrumento que eu tenho (que é um acordeon acústico) e o qual eu mais trabalhei no Brasil, foi o peso do instrumento, a cor e as possibilidades de timbres. Porque antes eu usava dois instrumentos, um MIDI e um acústico, e nesse eu uso os dois em um só . Resolveu muito o meu problema de carregar 2 instrumentos em um show.
Como foi participar do Festival Roland V-Accordion? Você participou da seleção dos finalistas, foi jurado e fez um show incrível com sua banda na noite da grande final.
Foi o primeiro Festival de Acordeon organizado que eu já vi e o fator principal desse Festival foi termos grandes músicos participando. Quem se apresentou ali foram músicos profissionais, músicos de primeiro gabarito, acostumados com estúdio, acostumados com gravações. Eles estavam demonstrando como explorar todos os recursos do instrumento, que era o nosso objetivo. Então eu acho que a idéia da Roland deu certo nesse Festival porque cada um mostrou a sua personalidade no instrumento, contando também pela rápida adaptação ao acordeon digital, pois trabalharam com a performance de 1º mundo.Pra mim foi uma surpresa ser convidado para ser jurado, principalmente para ser jurado de amigos meus de profissão, e foi uma tarefa muito difícil julgar e só escolher uma pessoa, por mim eu escolheria todos os cinco, mas foi muito importante pra mim ter essa responsabilidade de homenageá-los com notas verdadeiras, e também estar junto com outros colegas que estavam no júri. Foi muito gratificante fazer um show entre amigos, foi muito maravilhoso!
Como era sua relação com Sivuca e Mário Zan? Em 2006, você, Mário Zan e Dominguinhos estiveram no auditório da Roland (Pinheiros/SP) gravando um especial sobre o acordeon e logo depois tivermos o falecimento do Mário Zan.
Bom, essa entrevista que nós fizemos ficou como uma entrevista histórica, porque foi o último contato pessoal que tive com Màrio Zan, que foi meu ídolo logo quando eu cheguei em SP. E o Dominguinhos nem se fala, porque é uma pessoa que eu respeito muito, que me ajudou muito na carreira e vice-versa, através da família nordestina comandada pelo meu pai. E a minha relação com o Sivuca foi quase uma relação de pai pra filho, porque foi um homem que me inspirou muito sinfonicamente, foi um homem em que eu me espelhei muito na minha carreira, pra ser um acordeonista e não um simples sanfoneiro, pra ter conhecimento e tocar com orquestra e ter o prazer de estudar o meu instrumento, conhecendo por dentro e por fora. Então o meu contato com essas 3 pessoas (Mário Zan, Dominguinhos e Sivuca) acho que poucos tiveram a oportunidade de ter e essa amizade bonita com esses 3 cavalheiros.
Finalizando, dê uma mensagem aos acordeonistas de todo o Brasil que estão iniciando seus estudos e certamente terão você como referência.
Primeiro: continuar estudando; segundo: droga e música não combinam, o que combina é estudar. Tocar faz bem pra alma, a música é um paliativo, é um remédio pra esse mundo de hoje conturbado e quanto mais tecnológico vocês forem, mais vantagens vocês terão, porque hoje a era da informática chegou ao acordeon e quanto mais vocês se aprimorarem e ficarem mais íntimos da tecnologia digital, mais trabalho vocês terão no campo artístico.
Ouça aqui a música produzida por Oswaldinho e banda usando o V-Accordion FR-7

Marcos Pontes ( CAIXOTE ) Domingão do Faustão com teclados ROLAND



Instrumentista, maestro, arranjador, compositor e produtor. Estas são apenas algumas funções desempenhadas por Marcos Pontes, conhecido simplesmente por Caixote. Considerado um dos principais tecladistas brasileiros, ele integra a Banda Domingão. O conjunto é comandado pelo tecladista e diretor musical Luiz Schiavon e conta com a participação de músicos consagrados, como o violonista Nil Bernardes, o baterista Anderson Batista, o baixista Gabriel Jacob e o guitarrista Marcinho Eiras.O interesse de Caixote pela música surgiu muito cedo, na época em que gostava de tocar bateria. A mudança para o piano não tardou. Com apenas 10 anos, começou a aprender a arte das teclas com o auxilio de seu pai – o maestro Aluísio Pontes. “Aos 12, costumava tocar em bailes com a banda Arco Íris”, recorda. Depois, tornou-se produtor de uma famosa casa noturna de São Paulo, O Beco. “Foi uma experiência muito legal, pois tive contato com artistas mais velhos”, conta. A partir daí, não parou mais.Caixote passou a atuar em projetos de variados estilos, demonstrando toda sua versatilidade musical. “Gravei muito samba, MPB e sertanejo”, exemplifica. Entre os artistas com quem trabalhou, encontram-se Zezé di Camargo e Luciano, Bruno e Marrone, Demônios da Garoa, Originais do Samba e Fafá de Belém, afora muitos outros.Atualmente, Caixote conta com quatro teclados Roland para ajudá-lo em suas produções: Fantom-G7, RD-700GX, Juno-Stage e VK-8M. Entretanto, o primeiro é o seu grande xodó. “Ele é muito rápido quando estamos nos apresentando, tornando seu uso fácil e prático”, conta.

De que maneira conheceu os equipamentos Roland?No fim da década de 1970, costumava ensaiar e gravar em um estúdio chamado Dimensão 5. Eles traziam teclados dos Estados Unidos pagando uma fortuna. Foi nessa época que tive contato com os primeiros Roland, principalmente o Juno e o JX-8P. Esses modelos apresentam um tipo de “sujeira” no som que, por mais que outros imitem, não conseguem superá-los.
Qual a sua opinião sobre os teclados de última geração da Roland?O sintetizador serve para criar sons, dando um colorido às músicas. E no Brasil, é preciso ter esse tipo de equipamento com qualidade de samplers, já que não contamos com pianos decentes em estúdios. Os modelos Roland me surpreenderam, principalmente o Fantom-G, pois encontro sons maravilhosos de cordas e pianos.
Você usou alguns teclados Roland durante a gravação do último DVD da dupla Edson & Hudson. Como ocorreu esse processo?Tínhamos um piano acústico e dois sets de teclados Roland: um com RD-700GX, Juno-Stage e VK-8M, para sons de órgãos Hammond, e outro com Fantom-G, V-Synth GT e RD-300GX. Comparando o som, o RD-700GX não ficou devendo em nada para o piano acústico, impressionando-me por seus harmônicos. Durante a apresentação, tocamos tudo ao vivo, sem coisas gravadas. E o resultado ficou muito bom.
Como os teclados Roland influenciam o trabalho da na Banda Domingão?O Fantom-G7 permite que eu deixe toda a minha programação salva. E como no programa tudo acontece depressa, ele é muito rápido quando estamos nos apresentando, tornando seu uso fácil e prático. O Schiavon, por sua vez, usa um V-Synth GT, que tem um dos sons mais pesados que ouvi. Utilizei esse equipamento para fazer a trilha de um documentário sobre os Emirados Árabes, produzido pela minha esposa, e consegui fazer coisas inéditas, algo que seria impossível em outros synths ou softwares.
Quais são seus próximos projetos?Continuar na Banda Domingão, já que estamos sintonizados e não tomamos mais sustos com o Fausto (risos). Além disso, tenho um projeto de banda eletrônica, com synths e baterias da Roland, e outro de orquestra. Esse último, porém, ficará mais para frente.

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